UnB apresenta trabalhos de avaliação do Programa de Ampliação das Áreas de Abrangência do Projeto Mulheres Inspiradoras
UnB apresenta trabalhos de avaliação do Programa de Ampliação das Áreas de Abrangência do Projeto Mulheres Inspiradoras

UnB apresenta trabalhos de avaliação do Programa de Ampliação das Áreas de Abrangência do Projeto Mulheres Inspiradoras

OEI. 21/11/2017
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As avaliações qualitativas da aplicação-piloto do Programa de Ampliação das Áreas de Abrangência do Projeto Mulheres Inspiradoras foram apresentadas na tarde deste 20 de novembro, no auditório da Universidade de Brasília (UnB). Os trabalhos foram iniciados e concluídos no ano letivo de 2017, como parte das atividades acadêmicas do Grupo de Pesquisa Educação Crítica e Autoria Criativa, realizado a partir do Programa de Pós-Graduação em Linguística (PPGL), na área de concentração Linguagem e Sociedade, representada pelas professoras doutoras Juliana de Freitas Dias e Viviane Cristina Vieira. 

Participaram da mesa de abertura o secretário de Estado de Educação do Distrito Federal, Júlio Gregório; a diretora da OEI Brasil, Adriana Weska;  a subsecretaria da Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres do DF, Raissa Rossiter, e a reitora da Universidade de Brasília, Márcia Abraão.

A apresentação teve como objetivo ampliar a rede de pesquisadores e participantes desse grupo de pesquisa, bem como compartilhar os resultados das análises obtidos até o momento, sob a ótica da análise de discurso crítica, dos estudos culturais de identidade e dos pilares da educação crítica.  As avaliações estiveram centradas na investigação sobre o que foi potencialmente construído com a criação do programa e o que seria efetivamente realizado ao final da aplicação, de modo a identificar possíveis constrangimentos e novas perspectivas relacionados ao desenvolvimento da proposta e as possibilidades de superação dos obstáculos.

O Projeto Mulheres Inspiradoras visa a valorização do legado feminino, destacando seu papel na sociedade, tendo em sua metodologia o professor como intelectual transformador, e a adoção de metodologias ativas que estimulam o protagonismo estudantil a partir da leitura de diferentes obras de autoria feminina e da escrita autoral.