Empreendedorismo é tema deste sábado no 2° Fórum de Educação do Futuro

Empreendedorismo é tema deste sábado no 2° Fórum de Educação do Futuro

OEI. 21/06/2019
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Empreendedorismo e educação tomam conta do debate deste sábado, 22, no 2° Fórum de Educação do Futuro na Campus Party Brasília 2019. O evento de maior imersão tecnológica do mundo acolhe discussões sobre novos modelos de aprendizados para o século 21. A Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) está à frente da realização do Fórum.

A rodada de conversa inicia às 11h, no Palco Empreendedorismo com a presença do diretor da OEI no Brasil, Raphael Callou. “A ideia é trazer para o Fórum algumas reflexões sobre uma educação que forme cidadãos. Um panorama de futuro, tanto de mercado quanto de sociedades, que vai demandar características e competências para profissões que hoje a gente não tem clareza de que vão existir”, ressalta.

A roda de conversa conta com a participação da professora do Distrito Federal Gina Ponte, idealizadora do projeto Mulheres Inspiradoras. A iniciativa visa unir educação à capacidade de empreender, buscando a valorização da mulher. Outro participante do debate é o diretor do Banco da Nação da Argentina, Jorge Lawson. Formado em Sistema de Informação, Jorge preside a Fundação Empretec, organização que busca promover o desenvolvimento da cultura empreendedora, com o objetivo de contribuir para a criação de uma rede de negócios responsável e comprometida com sua comunidade e com o meio ambiente.

O encerramento do Fórum está marcado para às 17h, com a apresentação das discussões que acontecem na Sala do Futuro. Mediado pelo professor Genésio Gomes, fundador e diretor da organização Células Empreendedoras, o espaço na Campus Party tem tratado de temas que vão da democratização do aprendizado gerada pelo mundo digital ao novo papel do professor e o que muda, de fato, em sala de aula.

As propostas apresentadas na Sala do Futuro reúnem sugestões de pesquisadores, especialistas, gestores públicos e privados, tutores, professores e estudantes do Brasil e da Ibero-América, além dos campuseiros. As sugestões darão formato a um manifesto que busca alinhar redes de cooperação e fomento. A previsão é de que posteriormente o documento seja entregue a instituições ligadas ao Governo.

Campus Party - conta hoje com mais de 550 mil campuseiros cadastrados em todo mundo. Já produziu edições nos seguintes países: Espanha, Holanda, México, Alemanha, Reino Unido, Argentina, Panamá, El Salvador, Costa Rica, Colômbia, Equador, Itália e Singapura.

O evento está presente no Brasil há doze anos e a edição de Brasília realizada no ano passado foi considerada a segunda maior do mundo, perdendo apenas para a Campus Party Brasil, que acontece em São Paulo.

A Campus Party trata desde em internet das coisas (rede de objetos físicos - veículos, prédios e outros dotados de tecnologia, sensores e conexão com a rede - capaz de coletar e transmitir dados) à blockchain (registro de transação de moeda virtual). O evento também discute assuntos como Cultura Maker (que valoriza a capacidade do indivíduo ser um criador de coisas, produtos ou serviços), além de Educação e Empreendedorismo do mundo.